terça-feira, 22 de abril de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
Beijo do silêncio
E se sente o arrepio,
De um luar gelado,
Na nossa pele.
Sabemos que estamos bem,
Estamos confortáveis,
Frios por fora, porém,
Aquecidos por algo que desconhecemos.
Sabemos que não estamos sozinhos,
Pois não?
Sentimos uma mão quente,
Que nos passa a sua palma suave
Pela nossa face, e nos diz:
- Dorme bem.
E então, sentimos uns lábios mornos.
São como a seda, num beijo,
São como o fogo, de um desejo,
É tudo aquilo que quero,
Aquilo que nunca vejo.
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21:02
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terça-feira, 8 de abril de 2008
Feia flor
Que no coração do seu botão,
Estava o sinal do Deus que tanto amou.
Por ser tão vaidosa, foi castigada.
Já não é amada
E na sua negra cor,
Não é bonita, mas ainda é uma flor.
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21:43
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Indiferença do mundo perfeito
Nada nos impede de acreditar em algo que não existe.
Mais do que sentir e ver aquilo em que acreditamos,
Devemos tentar perceber porque não vemos o que gostamos.
A partir daí, e do momento em que sabes que existes,
Deves agarrar a vida, com as duas mãos e não abandonar.
Não perder a esperança, mas deves chorar
Por quem não a tem.
Se todos se preocupassem,
E se este não fosse um mundo em que a indiferença governa
A morte não existiria e a vida, pintada d'ouro, seria eterna.
Preocupa-te com os outros, eles podem precisar de ti.
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Heart Burst
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21:18
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sexta-feira, 28 de março de 2008
Outro lado
Naquela terra o tempo parou.
O sol queimou as caras envelhecidas.
Essas caras, não foram esquecidas,
Por quem partiu e não as levou..
As saudades são grandes
Apertam o coração enfraquecido
Destroçam o sentido
Das palavras d'antes.
Quero recordar,sofrer,
Saber que lá estive,
Estar com quem lá vive,
E em descanso morrer.
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22:28
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quarta-feira, 26 de março de 2008
Poema acabado
Entre um caderno com pó
E a pena sem tinta
Vivia um poeta só,
Na sua mente sucinta.
Resumido a palavras
Marcadas pela ironia
Ele era o melhor naquilo que fazia.
As letras gravadas no velho papel
Eram traços turvos, enfraquecidos,
Pela pena que os rasgava, numa caligrafia fiel,
Aos velhos sábios nunca esquecidos.
As suas palavras eram eruditas,
Fortemente ligadas à sua origem,
Eram dirigidas àqueles que fingem
Não conhecerem as palavras infinitas.
Os seus poemas, pelo tom eram reconhecidos,
Ao mais fiel som eram cantados,
Porém foram banidos,
Por invejosos malvados.
Assim, acaba, aonde começa,
A história do nosso adorado,
Que nos fez a promessa
De oferecer um poema acabado.
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22:11
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
R.I.P. Kurt Cobain
Seria impossivel de esquecer?
Um talento inigualável,
Que o mundo viu nascer,
Forte e amável.
Negado e imcompreendido.
Era ele quem mudaria
Tudo o que estava perdido
E a musica com ele nascia.
Num mundo abalado
pela falta de criatividade,
o talento dele era desconhecido
Mas em breve descoberto pela saudade.
Estaria ele a esconder-se?
Pelo medo do social,
Foi criticado por ser diferente,
Não queria ser igual.
R.I.P. Kurt Cobain
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20:47
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domingo, 17 de fevereiro de 2008
Tu sabes que tens razão
Eu nunca te iria incomodar
Nunca te iria seguir
Eu não queria amar
Preferia nunca sentir.
Não vás para longe daqui
Eu vou embora
Não esqueço o que senti
Mas agora chegou a hora.
Não tenhas medo de nada
Não receies o que não sentes
Não finjas que estás magoada
A mim nunca mais mentes.
Nunca me senti assim
Nunca me senti tão bem
Espero que aprendas isto de mim
E eu de ti também.
"Better die than fade away"
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21:35
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domingo, 10 de fevereiro de 2008
Lounge Act
Verdade, coberta em segurança
Não te posso deixar incomodar-me
Eu gostava, mas não ia resultar
Trocando, dando voltas
Não faças regras a nada.
E eu tenho este amigo, tu vês
Que me faz sentir e
Quero mais do que posso roubar
Vou-me prender a mim mesmo, vou usar um escudo
Eu tenho que seguir o meu caminho e provar que
Ainda cheiro ela, em ti.
Não, me digas o que quero ouvir
Com medo de não conhecer o medo
Vive tudo o que precisas
Vou continuar a lutar
Até isso desaparecer.
Verdade, coberta em segurança
Não te posso deixar incomodar-me
Eu gostava, mas não ia resultar
Trocando, dando voltas
Não faças regras a nada.
E eu tenho este amigo, tu vês
Que me faz sentir e
Quero mais do que posso roubar
Vou-me prender a mim mesmo, vou usar um escudo
Eu tenho que seguir o meu caminho e
Fazer de ti um investimento
Fizémos um pacto para aprender entre nós
E sempre que quisermos novas regras
Partilharemos o que perdemos e o que crescemos
Eles vão continuar o caminho deles
E vão provar,
Que cheiro ela, em ti.
(minha interpretação da musica "Lounge Act" de Kurt Cobain.)
with you kurt!
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Heart Burst
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21:39
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