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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sentimentos e Poemas

Poemas sao fáceis de se fazer
Basta meia duzia de rimas
E um pouco de saber

Ha quem goste de os fazer pelas matinas
E que os sinta como obrigação
Eu, faço por gosto
E neles deposito todo o meu coração

O dificil é o sentimento
Nao pode ser forjado
Nao pode ser pensado
Tem que ser feito no momento

Ps: Já foi feito há muito tempo, mas decidi publicá-lo apenas agora, como alguns outros que vou colocar.
Data original: 01/12/2007
Fonte da imagem

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Mãos

Nunca pensei o quão importantes
São as minhas mãos.
O que elas representam,
São um futuro promissor
Que alimentam o meu ser.
Tudo o que gosto resume-se a mãos.
No simples gesto de escrever,
No complexo momento na guitarra,
Sou eu e elas, sempre na importante
Sintonia de mente e habilidade.
É isso que define os meus medos,
De um dia perder a capacidade
Que tanto me custou a ganhar.
Todos têm um medo, este é o meu.

domingo, 21 de setembro de 2008

Informação

O meu blog faz um ano daqui a dois meses. Mas não é por isso que estou a escrever. Quero apenas dizer que dei muito a quem nada tinha, dei muito de mim a muitas pessoas para fazê-las sentir que vale a pena fazer aquilo que gostamos. No entanto, há pessoas que querem mais, querem ter aquilo que nunca vão ter. Querem ter um talento, talvez este talento que tenho e não despediço. Estou orgulhoso pelo ponto a que este blog chegou, porque começou tudo com uma brincadeira que foi muito longe, talvez mais longe do que muitas pessoas acreditavam. E estou feliz por poder dizer, que sinto-me realizado, nem que seja só hoje. Por isso, quero dizer obrigado a todos os que apoiaram este projecto, mas também quero partilhar com eles o que se está a passar com este blog, neste momento.
O blog foi plagiado, durante algum tempo através de outro site, copiaram um poema e colocaram-no, sem créditos ao autor, e o que mais me entristece: afirmaram ser o autor, e muitas pessoas reconheceram-no como tal. A partir agora não estranhem o facto de eu não fazer posts tão regularmente, mas posso dizer que isto de certa forma atinge qualquer pessoa que se sinta injustiçada e impotente perante esta situação.
Para alguém que nunca pediu nada em troca, talvez possa pedir agora um pouco de respeito e consideração, e também alguma colaboração de bloggers, e visitantes para encontrar outras situações de plágio e agir de forma a que esses criminosos não saiam impunes.
Muito obrigado a todos, e desculpem por ter de fazer o primeiro post, sem um poema ou algo lírico, mas por vezes o poeta morre para voltar melhor.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Canto escuro da alma (Capítulo 3)

Traduziste um novo significado
De esperança, para quem,
Não a conhecia como tu.
Outrora caminhavas a estrada escura,
E agora iluminas a dos outros.
És um anjo, nas mãos de Deus?
És Deusa entre os homens?
Não sei.
Para mim, és a luz que me guia,
Através da vida esguia que levo.
És mais do que aquele sonho,
Tu és a musa.
Fim
Fonte da Imagem

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Canto escuro da alma (Capítulo 2)

Abre os olhos.
A guerra cessou,
Ninguém te vai magoar.
Estás a recuperar o mundo que parou
E te recitou palavras de amor,
Na esperança de te recuperares.
Agora enfrenta o teu interior,
Limpa a tua alma do consumo
E aprende a viver independente.
Queima as amarras do vício
E liberta o teu talento,
Sente a vida que te abandonou,
A abraçar-te no momento,
Em que o esforço compensou.
Mas será que não vais cair e
Voltar a experimentar sensações
Que fizeram de ti um monstro,
Ao renegar sentimentos humanos?
Tu sabes que alguma coisa está no teu caminho.
...

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Canto escuro da alma (Capítulo 1)

Olha a estrada na tua frente,
Ilumina o teu e o meu caminho.
Questiona a tua razão de viver
E pensa se vale a pena
Estar aqui para ver o mundo desvanecer.
Continua nessa jornada, do fim,
Tudo para veres o fim
Que sabes que está próximo.
Queres resistir?
Então isola-te.
Esconde-te no canto escuro
Onde ninguem te vai encontrar
Protege-te no muro,
Que nossos antepassados quiseram destruir.
Fecha os olhos, porque não podes temer
Aquilo que não queres ver.
Respira devagar,
Tem calma.
Vai tudo acabar...

Este poema é diferente porque conta uma história (de uma rapariga), e por isso vai ser escrita por capítulos.
Fonte da imagem

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Paira ...

Pairas no vento,
Como uma folha embalada
Por uma canção.
Esqueces o momento,
Quando és chamada
À razão.

És tu e eu.
Dedicados às palavras,
Das mentes complexas.
Desprovidos da inocência
Fazemo-nos entender,
Por palavras anexas
O que vai na nossa consciência.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Fim

Quando te olho nos olhos,
Posso ver que algo ficou.
Apesar de nada durar para sempre,
Sei que ainda não passou.
Sinto-me congelado,
Um arrepio, sempre que tocas em mim.
Não há nada em ti que me passe ao lado,
Mas, querida, tudo tem um fim.
Fim

terça-feira, 1 de julho de 2008

Realidade fictícia

Se fosse um sonho real.
Nem que por um momento
Pensasse que tivesse acontecido,
Saberia imediatamente aquilo que tinha perdido.
Um sonho ...
Perdes-te em algo que não existe
E quando acordas sabes que nunca,
Mas nunca, lá pertenceste.
Cada vez que acordas nada muda.
Tudo o que conheceste permanece igual.
Perdes o sentido da corrente
E deixas-te tomar pelo banal.
Para mais uma vez, acordares
E saberes, que não mudaste nada.
Não lutas pelo que queres,
Apenas sonhas aquilo que desejas
Não é assim que o teu mundo ergues,
Não é assim o mundo que quero que vejas.

domingo, 8 de junho de 2008

Contraste

Contrastas as cores vivas,
E dás um sentido ao neutro em que vives.
Reformulas o normal,
Tornas o difícil de aceitar
Em óbvio de se entender.
Assim, crias a harmonia,
Obscura e estranha,
Enquanto sobes a fasquia.
Recrias o teu ambiente
Numa sensação perdida,
Limpando a mente de quem te rodeia
És tu, tristeza,
Que toda a gente odeia.